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A fantasia das redes (anti)sociais

Explicar para uma criança como era nossa vida 20 anos atrás é como contar uma história inacreditável.

É impressionante como a tecnologia evoluiu nesse tempo e penetrou em nossa vida. Hoje tudo isso parece muito natural.

Será que estamos prestando atenção nas modificações que isso tem causado nas nossas relações?

Em meio a tantos vídeos cômicos criticando o uso do zap zap, do Face estamos conseguindo discernir entre o benefício e malefício desses Apps?

Temos reencontrado amigos que fizeram parte da nossa infância e adolescência, conseguimos nos comunicar com maior facilidade, derrubamos a barreira da distância, estamos prontamente informados e podendo resolver coisas com maior rapidez.

Não há dúvidas de que existe emoção, afeto e envolvimento por meios virtuais. Contudo, este meio tem tomado espaço em nossas vidas. Tem tomado nosso tempo. Tempo em que você poderia estar fazendo outras coisas, se relacionando com outras pessoas mais próximas, familiares, cônjuge, filhos.

As redes sociais têm sido uma forma de fuga para deixar de lado muitos problemas. Tem sido também porta para relações superficiais, voláteis e instantâneas. É preciso observar as prioridades da nossa vida, é preciso respeitar limites para que não atropelemos o que é importante em prol de uma distração.

Tenho visto pessoas se sentindo sufocadas tendo que dar atenção a tantos amigos e grupos. Tenho visto casamentos desmoronarem tendo como estopim o uso abusivo desses meios de comunicação.

Que valor damos a um relacionamento? Que atenção damos a pessoa que está do nosso lado nesse momento e que importância damos a quem está enviando uma mensagem?

Precisamos refletir sobre o nível de envolvimento e intimidade que temos no relacionamento com as pessoas. Sobre de que maneira essas relações estão nos nutrindo sinceramente e fazendo diferença para nossa existência. Sobre como acrescentam algo de valor, algo indispensável.

Que todos os seus rsrsrs sejam risos de verdade!

1 Comment

  • Bárbara

    Sem comentário o tema ” A fantasia das redes (anti)sociais”,mesmo assim deixo meu parecer. Ouço tanto dizer de “futuro”,preparação para o amanhã. Se é mesmo que essa garotada deseja sucesso,a primeira coisa é banir a sí própio das redes sócias,na verdade a humanidade está se perdendo, as bases de nossas influências hoje são pra lá de superficiais,e como resultados temos mentes por ai de SUPER-HOMENS e MULHER-MARAVILHA.Então já que o mundo é real,então não vai passar mesmo de uma geração frustada,complexada e perplexa ou seja não se conhecem e não sabem onde querem chegar.

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