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A internet é um território sem leis

“O que você faz quando
Ninguém te vê fazendo
Ou o que você queria fazer
Se ninguém pudesse te ver”

Quatro vezes você – CAPITAL INICIAL

É possível perceber alguma semelhança entre esse verso e a Internet?
Se você quiser que as pessoas saibam sobre você, é fácil se expor, utilizar perfis públicos, se exibir no Snapchat, criar canal no youtube e por aí vai.

Mas e quando a intenção é fazer algo sem ser identificado?
Também é tão fácil quanto. Muitas pessoas criam perfis falsos para conseguir anonimato.
Não citarei outras formas para não contribuir com a propagação dessa prática.

Existe alguém ou algum órgão com a função de verificar se as informações que você disponibiliza na internet são reais e verdadeiras? Não.

A definição de INTERNET disponível na Wikipédia diz o seguinte:

“A Internet é um sistema global de redes de computadores interligadas que utilizam um conjunto próprio de protocolos (Internet Protocol Suite ou TCP/IP) com o propósito de servir progressivamente usuários no mundo inteiro. É uma rede de várias outras redes, que consiste de milhões de empresas privadas, públicas, acadêmicas e de governo, com alcance local e global e que está ligada por uma ampla variedade de tecnologias de rede eletrônica, sem fio e ópticas. ”

Isso é a internet em si. É uma rede de informações. Contudo as informações disponíveis nela são da responsabilidade exclusiva de quem as forneceu.

Existe muita coisa verdadeiramente útil disponível na internet, como também existe muita coisa falsa e extremamente prejudicial.

A internet é um ambiente no qual as pessoas se sentem relativamente seguras e protegidas pelo anonimato. E o que elas são capazes de fazer quando percebem que não há lei que as proíba, vigilância que as detecte, que punição alguma lhes será aplicada e que a responsabilidade de suas postagens não lhe pesarão sobre os ombros?

O que faz com que sejamos responsáveis é o caráter que temos, é a moral e a ética que aprendemos, acreditamos e defendemos. Mas isso é relativo. E foi por perceber que a disseminação de mensagens de incitação ao ódio, preconceito, racismo, homofobia, intolerância religiosa, pedofilia entre outros crimes, que algumas áreas da ciência vêm se desenvolvendo para dar conta dessa recente demanda.

Advogados, policiais, psicólogos e profissionais de tecnologia da informação estão se especializando no entendimento do padrão de comportamento, na criação de leis, em formas de identificação e rastreamento das informações para modificar esse campo fértil e impune.
Enquanto isso não for suficiente, a internet continuará sendo um território onde as pessoas precisam controlar a si próprias.

 

Se quiser saber mais sobre este assunto assista ao documentário Lo and Behold: Reveries of the connected world. Disponível no Netflix

Fonte:
Wikipedia https://pt.wikipedia.org/wiki/Internet

Estar nas redes sociais parece obrigatório, MAS NÃO É.

Em um mundo cada vez mais conectado, em que tudo é transmitido em tempo real, seria possível viver longe das redes sociais?

Você já parou para lembrar como era sua vida antes das redes sociais?

Pois é, boa parte de nós já viveu no tempo em que as redes sociais não existiam. E hoje, isso seria possível?

Sim, é possível viver fora das redes sociais ainda hoje. Estabelecendo as relações a moda antiga. Claro que muitas informações não serão recebidas, como o aniversário de algum conhecido com quem você nunca fala, ou as fotos do final de semana na praia de um colega de trabalho. Perceba que eu ressaltei que essas informações não serão recebidas, que é diferente de informações perdidas. Será que essas informações são realmente importantes ou podemos deixar passar, pois não farão nenhuma diferença para nossa vida?

Podemos viver longe das redes sociais, mas cada dia menos distante da Internet, que é um universo muito mais amplo do que essas redes.

Substituir encontros físicos pelos virtuais tem sido comum, muitas pessoas trocam um pelo outro em nome da rapidez.

Mas o encontro virtual não tem abraço, não tem cheiro, não tem beijo, não tem aquele olhar compreensivo quando você está mal, não tem o som da gargalhada ao vivo, o silêncio entre as falas é vazio, enquanto no presencial tudo tem muito mais significado.

É saudável que para tudo haja um limite, que tudo tenha um equilíbrio. Pois o excesso em algo sempre acarretará falta em outro aspecto.

A primeira coisa a ser prejudicada é a percepção do tempo. As pessoas perdem a noção de quanto tempo estão diante da telinha, enquanto isso, toda a sua vida fica em espera, a família, as tarefas de casa, o estudo, o sono e todo o restante que não estará recebendo atenção enquanto a atenção é primordialmente direcionada para as redes sociais.

Os relacionamentos começam a sofrer com o distanciamento, com a falta de conversa e de estar junto.

Outra sensação é de que se tem muita coisa pra fazer e o tempo não é suficiente, porque, provavelmente, se está desperdiçando tempo demais online.

Quando a permanência nas redes sociais é excessiva, as pessoas podem acabar se expondo demais, e isso tem consequências. Desde pessoas opinando sobre sua vida, cobrando posicionamentos e atitudes até situações mais graves como planejar um assalto, sequestro, invasão à domicílio. Dependendo da exposição que a pessoa faz, você pode saber tudo sobre a vida dela, rotina, horários, endereço, e o que fazer com essas informações vai depender da intenção de cada um.

Há quem não goste desse tipo de contato. E essas pessoas têm todo o direito de recusa-lo. Se alguém não gosta de algo, porque mantê-lo? As redes sociais são formas de interação, ninguém é obrigado a aderir a isso. Se não quiser abandonar todas, pode abandonar algumas, ou reduzir o tempo de uso. As pessoas deveriam ficar confortáveis para fazer o uso que acharem mais adequado para si. Respeitar a si próprias em primeiro lugar.

Para quem não está se sentindo confortável e deseja diminuir o acesso ou dar uma fugidinha das redes, mas ainda precisa manter-se conectado por alguma razão. Aqui vão algumas dicas:

  • Uma das primeiras providências pode ser desabilitar as notificações desses aplicativos, isso reduz o sentido de urgência na verificação das mensagens.
  • Pode-se também restringir o horário de conexão, usar apenas em alguns intervalos como o almoço, o final do expediente, durante o trajeto para casa, ou um tempinho (30 minutos) após o jantar.
  • Se existe alguma necessidade de estar minimamente conectado é necessário avaliar que necessidade é essa e como atende-la satisfatoriamente sem se sobrecarregar.
  • Pode-se ainda restringir o número de pessoas que fazem parte da nossa rede. Utilizando bloqueios de segurança na conta e no perfil.
  • Ou acessar uma vez ao dia para verificar as necessidades do dia.

É isso. Espero que esse texto tenha sido útil pra você.

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